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	<title>Thiago Ribeiro  &#124;  Website Pessoal e Blog  ::  Artigos, Dicas e Tutoriais</title>
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	<description>[ Engenharia, Computação e Música: Website pessoal e Blog ]</description>
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		<title>O Teorema de Green e aplicações</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 02:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações teorema green]]></category>
		<category><![CDATA[planímetro green]]></category>
		<category><![CDATA[teorema de green]]></category>

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Olá a todos! Tudo certo por aí? Bom, andei sumido por uns dias por conta do carnaval, mas voltei. E no artigo de hoje, vamos comentar sobre o Teorema de Green e suas aplicações. Mas, quem foi Green? Por que falar sobre ele? Essas e outras perguntas que você deve estar se fazendo, caso não [...]]]></description>
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<p><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/screen-capture-4.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-129" title="screen-capture-4" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/screen-capture-4.jpg" alt="" width="198" height="152" /></a>Olá a todos! Tudo certo por aí? Bom, andei sumido por uns dias por conta do carnaval, mas voltei. E no artigo de hoje, vamos comentar sobre o Teorema de Green e suas aplicações. Mas, quem foi Green? Por que falar sobre ele? Essas e outras perguntas que você deve estar se fazendo, caso não conheça esse grande matemático nem sua contribuição para a  humanidade, serão respondidas mais adiante.</p>
<p><span id="more-122"></span></p>
<p><img title="Mais..." src="http://thiagoribeiro.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="Leia mais..." /></p>
<p>George Green foi um matemático e físico inglês, filho de um padeiro de Nottingham na Inglaterra, que passou muito tempo de sua adolescência ajudando o seu pai, trabalhando. Segundo relatos históricos ele seria autodidata, pelo simples fato de ter frequentado o ensino regular por apenas dois anos! Quando tinha 35 anos, Green  publicou seu primeiro artigo que descrevia uma análise matemática sobre eletricidade e magnetismo em que ele utilizava o teorema que vamos discutir hoje. Nessa época, pouca importância deram a ele pela quantidade da tiragem do estudo, que foi bem reduzida.</p>
<p>Algum tempo depois, William Thomson descobriu esse artigo e conseguiu publicá-lo em um jornal que o garantiu uma maior visibilidade. Hoje se sabe que Green exerceu influência sobre o trabalho de grandes nomes, como Stokes e Maxwell. Legal hein?<br />
Então vamos tentar entender a contribuição deste gênio para o mundo.</p>
<p>Será mesmo que Green havia escrito algo realmente fantástico? Vamos adiante, fazer uma análise mais matemática de seu teorema, e perceber de que forma também, ele viria impulsionar a criação de uma &#8220;engenhoca&#8221; bastante interessante e usual, chamada planímetro.</p>
<p><strong>Análise/descrição matemática do Teorema de Green</strong><br />
O Teorema de Green diz que, sendo D um conjunto com interior não-vazio e contido em R^2(no plano), e a fronteira desse conjunto a imagem de uma curva C fechada, simples e orientada no sentido anti-horário, então a integral sobre esta linha é igual a uma integral dupla, sendo que:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://thiagoribeiro.com/fig2"><img class="aligncenter size-full wp-image-123" title="green_definicao" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/screen-capture-3.png" alt="" width="360" height="81" /></a></p>
<p>Vamos resolver uma questão para percebermos melhor como funciona essa definição.</p>
<p><strong>Exemplo :</strong><br />
<a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/questao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-124" title="questao" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/questao.jpg" alt="" width="709" height="61" /></a></p>
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://thiagoribeiro.com/desenho_quest"><img class="alignleft size-full wp-image-134" title="desenho_questao" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/screen-capture-21.png" alt="" width="265" height="213" /></a></p>
<p>Ao ler o problema, primeiro vamos tentar perceber se o mesmo é passível de ser resolvido pelo Teorema de Green. Traçando a curva C, percebe-se que ela é fechada,simples,orientada no sentido anti-horário,e nos delimita um certo conjunto D que não é vazio, e ainda contido no R^2. Percebeu? Todas as exigências para a aplicação do Teorema estão satisfeitas, então basta seguir a receita! Comparando com a definição, vemos que P(x,y)=x^4 e Q(x,y)=xy. A partir daí, já podemos através de uma integral dupla descobrir o valor de D, tendo posse apenas da integral que representa a linha na forma exata.Então:</p>
<p><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/resposta1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-127" title="resposta" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/resposta1.jpg" alt="" width="582" height="164" /></a><br />
Ok, deu pra entender? Então voltando,sabemos que a integral dupla também serve para encontrarmos a área de uma dada região não é mesmo? Para que isso seja verdade, é preciso que a função que vamos integrar seja igual a 1. Portanto, no nosso caso, se a diferença das derivadas parciais da função Q em relação a x, e de P em relação a y resultasse em uma constante, poderíamos tirá-la da integral e assim ficaríamos com uma constante k multiplicada por uma integral dupla de função 1, ou seja, uma constante multiplicada pela área cercada pela linha que chamamos de C. Logo, multiplicando essa integral por k^-1, seria possível determinar a área de regiões planas limitadas por uma dada curva através do Teorema de Green! Muito bom!</p>
<p>Agora, vou mostrar um pouco sobre o planímetro! Aquela engenhoca que mencionei no início. O planímetro, possui dois braços capazes de variar o ângulo entre eles, e duas extremidades. Uma fica fixa em algum ponto (no plano, vamos usar o (0,0)), e a outra é capaz de percorrer uma linha fechada que delimita alguma região. E essa ponta capaz de percorrer a linha, possui uma rodinha, com um contador que mede o número de voltas da mesma para &#8220;andar&#8221; por sobre a linha. Ao final, o contador indicará a área delimitada pela curva. E como o contador indicará a área? Pelo Teorema de Green! Observem mais ou menos um esboço do planímetro:<br />
<a href="http://thiagoribeiro.com/plan"><img class="aligncenter size-full wp-image-128" title="plan" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/plan.jpg" alt="" width="265" height="185" /></a><br />
E uma outra aplicação interessante, é que o princípio do Teorema de Green é também utilizado para o mapeamento de áreas feito por GPS.<br />
Bem, por hoje fico por aqui. Desculpas pela demora! Um grande abraço a todos, e quaisquer anormalidades, estou à disposição. <img src='http://thiagoribeiro.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Até a próxima!</p>
<p>Obs: A quesão mencionada, foi tirada do livro de Cálculo -Volume 2, do James Stewart.</p>
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		<title>Linguagem C : Arquivos por linha de comando &#8211; Argc e Argv</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 03:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação/Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[argc argv]]></category>
		<category><![CDATA[arquivos em c]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem C]]></category>

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E aí pessoal! Tudo bem com vocês? Espero que sim! Bem, hoje nós vamos aprender um pouco mais sobre a linguagem C, e o assunto de hoje é : Manipulando arquivos através da linha de comando (Argc e Argv) . Talvez você ainda não tenha pensado em algo parecido com o que vou falar adiante. [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/img2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-88" title="img2" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/img2.jpg" alt="" width="183" height="168" /></a>E aí pessoal! Tudo bem com vocês? Espero que sim! Bem, hoje nós vamos aprender um pouco mais sobre a linguagem C, e o assunto de hoje é : <strong>Manipulando arquivos através da linha de comando (Argc e Argv)</strong> . Talvez você ainda não tenha pensado em algo parecido com o que vou falar adiante. Mas imagine. Muitas vezes, seria bastante útil se pudéssemos &#8220;conversar&#8221; com um programa no momento em que o executamos, fornecendo-o informações para que ele efetuasse determinada ação! Na linguagem C, isso é possível: Essas informações podem ser passadas para o programa através da função principal, que se chama main(), na linha de comando.</p>
<p>Então vejamos: Quando vamos executar um programa,no linux por exemplo, nós o chamamos da seguinte forma no terminal: &#8220;./nomedoprograma&#8221; (sem as aspas). Se quisermos passar alguma informação para este programa no mesmo momento em que o chamamos, faríamos assim: &#8220;./nomedoprograma informacao1 informacao 2[...]&#8221; que na verdade seriam os argumentos para a função main().</p>
<p><span id="more-86"></span></p>
<p>Entendido isso, precisamos saber que existem dois argumentos internos a essa função que são usados para receber as informações vindas da linha de comando. Vamos falar do primeiro: Argument Counter(Argc).</p>
<p>O Argument Counter representa a quantidade de argumentos (informações) que você forneceu ao seu programa. Esse argumento, trata-se de um número inteiro e é NO MÍNIMO 1 porque o nome do programa é considerado o primeiro argumento. Esse argumento tem a função de CONTAR a quantidade de argumentos que você forneceu. Ok?</p>
<p>Por exemplo: Se você chamar por somente &#8220;./nomedoprograma&#8221;, o seu Argc já é 1, pois o nome do programa também é contabilizado. Caso fosse &#8220;./nomedoprograma argumento1&#8243; o seu Argc valeria 2. E assim por diante.</p>
<p>E o outro argumento interno, chama-se Argument Values (Argv), que trata-se de um PONTEIRO de PONTEIRO, ou melhor, de um ponteiro para uma matriz de ponteiros para caractere. Complicou? Vamos tentar descomplicar através do nosso exemplo.</p>
<p>Vamos comentar blocos de um programinha bem simples por sinal, que terá a função de escrever uma string (vetor de caractere) em um arquivo de texto, sendo que esta string será passada para que o programa possa escrevê-la em um arquivo de texto através da linha de comando.</p>
<p>Passaremos 3 argumentos pela linha de comando para o nosso programa, ou seja, o nosso Argc terá valor 3. Chamaremos o programa na linha de comando passando o caractere I(de Inserir) e a string entre aspas que será escrita no arquivo de texto, dessa forma:</p>
<p><strong>./nomedoprograma I &#8220;Thiago Ribeiro&#8221; </strong></p>
<p>Vamos ao código do programa:</p>
<p><strong>#include&lt;stdio.h&gt;</strong></p>
<p>/*Inclusão da biblioteca que contém funções de INPUT/OUTPUT(ENTRADA/SAÍDA) do C.*/</p>
<p><strong>#include&lt;stdlib.h&gt;</strong></p>
<p>/*Biblioteca de acesso à estrutura FILE*/<strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>#define T 60</strong></p>
<p>/*Diretiva de pré-processamento. Isso significa que o compilador ao vê-la, irá atribuir o valor 60 a qualquer T (maiúsculo) que encontrar no programa. Lembrando que o C, é CASE-SENSITIVE, ou seja, T (maiúsculo) não é o mesmo que t(minúsculo).*/</p>
<p><strong>typedef char string[T];</strong></p>
<p>/*Typedefinition. Estamos apenas definindo um tipo. No C, não temos o tipo string. Uma string trata-se de um vetor de caracteres, e no nosso caso, definimos um vetor de caracteres com T(60) posições.Estipulamos um limite de 60 caracteres para as strings que iremos passar pela linha de comando. Fazendo isso, criamos o tipo string, como o tipo char ou int que já conhecemos. Alterando o valor de T para 100 por exemplo, você teria um tipo string com limite de 100 caracteres.*/</p>
<p><strong>void incluir (FILE *fp,string str);</strong></p>
<p>/*Cabeçalho da nossa função que ira escrever a string passada pela linha de comando, dentro do arquivo de texto. Na implementação da função há mais detalhes.*/</p>
<p><strong>int main (int argc,char *argv[])</strong></p>
<p><strong>{</strong></p>
<p>/* Cabeçalho da função principal do C, com os devidos argumentos internos:Argc(um inteiro) e o Argv(Ponteiro).*/</p>
<p><strong> FILE *fp;</strong></p>
<p><strong> char opcao;</strong></p>
<p>/* Criação de um ponteiro de arquivo, chamado &#8220;file pointer&#8221;. Mas poderíamos chamá-lo de qualquer nome. Criamos também uma variável do tipo caractere chamada &#8220;opcao&#8221;, que posteriormente irá receber o caractere I de Inserir, que terá de ser passado pela linha de comando, para que o programa reconheça que queremos Incluir uma string no arquivo de texto.*/</p>
<p><strong> if (argc&lt;3){</strong></p>
<p><strong> printf(&#8220;Erro. Uso incorreto\n&#8221;);</strong></p>
<p><strong> printf(&#8220;Maneira adequada: ./nomedoprograma caractere string\n&#8221;);</strong></p>
<p><strong> exit(1);</strong></p>
<p><strong> }</strong></p>
<p>/* Verifica se a quantidade de argumentos está correta: ./nomedoprograma(primeiro) I(seg.) &#8220;string&#8221;(terc.) Se estiver algo errado, iremos informar ao usuário que algo está errado, e indicar a maneira correta. Obs.:A função exit() terá o papel de parar o programa. Ela recebe por parâmetro um inteiro que será o valor de retorno do programa, e geralmente, 0 significa sucesso, e qualquer número diferente de zero, um erro.*/</p>
<p><strong> fp = fopen(&#8220;saida.txt&#8221;,&#8221;a+&#8221;);</strong></p>
<p>/* a função fopen() irá abrir o arquivo no formato de anexo. Colocamos neste modo pois nós queremos acrescentar strings ao final do Arquivo.O &#8220;+&#8221; indica que se o arquivo não existe no S.O o mesmo será criado. E caso já exista, sobreescrito.A fopen() retorna um ponteiro de arquivo. Como temos um ponteiro de arquivo chamado &#8220;fp&#8221;, podemos atribuir o retorno da nossa função fopen() ao nosso ponteiro. O nome do nosso arquivo pode ser especificado. No nosso caso chamaremos de saida.txt, porém, você pode alterá-lo para qualquer nome que desejar. Lembrando que se existir algum arquivo no S.O com este nome e tipo, o mesmo será sobreescrito.*/</p>
<p><strong>if (fp == NULL){</strong></p>
<p><strong> printf(&#8220;Erro ao tentar abrir o arquivo!\n&#8221;);</strong></p>
<p><strong> exit(1);</strong></p>
<p><strong>}</strong></p>
<p>/* Caso o ponteiro que a função fopen() retorne seja um ponteiro NULO, então informaremos ao usuário que ocorreu um erro quando a função tentou abrir o arquivo no S.O.*/</p>
<p><strong> opcao = argv[1][0];</strong></p>
<p>/*Aqui atribuímos à variável opcao(do tipo caractere) o argv[1][0], que é o I passado pela linha de comando. O 1 significa que a posição do caractere na linha de comando é a posição 1. E o 0,significa que o I está na primeira posição de um vetor de caractere. Lembrando que em C, o índice de uma matriz(array) começa em 0.*/</p>
<p><strong> switch(opcao){</strong></p>
<p><strong> case &#8216;I&#8217;:</strong></p>
<p><strong> incluir(fp,argv[2]);</strong></p>
<p><strong> break;</strong></p>
<p><strong> }</strong></p>
<p>/* Comando switch(). Passamos como parâmetro o I,de Incluir que veio na linha de comando. Vamos verificar se o caractere que o usuário passou foi o mesmo que queríamos através do comando case. Se for, chamamos a função incluir() passando o ponteiro que vai abrir o arquivo, e a string que escrevemos entre aspas na linha de comando, o argv[2], que é o terceiro parâmetro. Lembrando novamente que no C, a indexação de uma matriz(array) inicia no 0.*/</p>
<p><strong> fclose (fp);</strong></p>
<p>/*Fechando o arquivo com a função fopen(). É extremamente importante fechar um arquivo, depois de efetuar alguma ação no mesmo. Uma falha ao fechar um arquivo, pode acarretar uma série de problemas para o S.O, como por exemplo, perda de dados.*/</p>
<p><strong>return 0;</strong></p>
<p>/*Escrever o return 0, é considerado uma boa prática de programação, mesmo que a função main() não retorne nada.*/</p>
<p><strong>}</strong></p>
<p><strong>void incluir (FILE *fp,string str)</strong></p>
<p><strong>{</strong></p>
<p><strong>fprintf(fp,&#8221;%s\n&#8221;,str);</strong></p>
<p><strong>}</strong></p>
<p>/*A função do tipo VOID trata-se de um procedimento, uma função que não precisará retornar nada. Passamos como parâmetro para a função fprintf() o ponteiro que irá abrir o arquivo, e a string que virá pela linha de comando.Também há um \n para que pular uma linha após a inserção da string.*/</p>
<p>Compilando o programa e passando as devidas informações pela linha de comando, veja a figura:</p>
<p><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/img.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-87" title="img" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/img.jpg" alt="" width="673" height="380" /></a></p>
<p>*Feito isso, será gerado o nosso arquivo de texto chamado &#8220;saída.txt&#8221; e dentro dele, estará contida a string &#8220;Thiago Ribeiro&#8221;. E se você repetir o processo para uma nova string, a mesma será colocada abaixo de &#8220;Thiago Ribeiro&#8221;.</p>
<p><strong>Download</strong> do código do programa <strong>corretamente identado</strong>:</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/215357335/ee237bdd/tr_exemplo.html">Clique aqui</a></p>
<p><strong>Obs.:</strong> Ao compilar o programa,o compilador gcc irá dar um aviso pelo uso da função exit(). Mas não há nenhum erro de compilação ok?</p>
<p>Bem pessoal, por hoje é só. Qualquer dúvida sua, ou equívoco meu, favor comunicar. Obrigado pelos comentários no post anterior, e eu espero que tenha ajudado com mais este artigo. Um grande abraço, e até mais! <img src='http://thiagoribeiro.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Cálculo 3 &#8211; Centro de Massa</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 23:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Cáculo 3]]></category>
		<category><![CDATA[centro de massa]]></category>
		<category><![CDATA[demonstração]]></category>
		<category><![CDATA[integral tripla]]></category>

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		<description><![CDATA[
			
				
			
		
Na época do ensino médio quando estudei física, aprendi sobre algo bem legal e interessante que chamou minha atenção, o centro de massa. Porém, percebi que tudo que eu tinha aprendido me limitava a pensar apenas em partículas, quando na verdade eu queria aplicar e imaginar aquilo funcionando em coisas mais palpáveis. Não tá entendendo? [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/guri_study.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-80" title="guri_study" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/guri_study.jpg" alt="" width="112" height="160" /></a>Na época do ensino médio quando estudei física, aprendi sobre algo bem legal e interessante que chamou minha atenção, o <strong>centro de massa</strong>. Porém, percebi que tudo que eu tinha aprendido me limitava a pensar apenas em partículas, quando na verdade eu queria aplicar e imaginar aquilo funcionando em coisas mais palpáveis. Não tá entendendo? Então vamos ao que interessa! <img src='http://thiagoribeiro.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A começar, o que vem a ser este bendito <strong>centro de massa</strong>? Vamos a um exemplo clássico: O bastão de baseball. Ao arremesarmos um daqueles bastões, fica fácil perceber que todas as partes do bastão se movem de forma diferente não é mesmo? Observe os detalhes da figura abaixo:</p>
<p><span id="more-59"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_75" class="wp-caption aligncenter" style="width: 293px"><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/baseball3.jpg"><img class="size-full wp-image-75" title="baseball" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/baseball3.jpg" alt="" width="283" height="239" /></a><p class="wp-caption-text">Bastão de baseball sendo arremessado.</p></div>
<p>Observando mais atentamente, pude destacar a existência de um ponto “imaginário” que descreve essa trajetória parabólica (forma de parábola) exatamente da mesma forma que uma bolinha faria.</p>
<p>Sendo assim, esse ponto do bastão que se move como se fosse o próprio, nada mais é do que o centro de massa(CM)! Esse ponto se move como se todas as forças externas ao corpo (no nosso caso, o bastão) ou de um sistema de corpos, agissem somente nele. Legal!?</p>
<p>Pois bem, agora que sabemos do que se trata, vamos entender melhor como podemos calcular o lugar onde se encontra esse ponto, utilizando como exemplo um sistema com duas partículas. Tomemos duas partículas de massas m1 e m2. Vamos colocá-las em dois pontos diferentes(x1 e x2) do eixo-x.  Desta forma:</p>
<div id="attachment_76" class="wp-caption aligncenter" style="width: 338px"><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/fig2.jpg"><img class="size-full wp-image-76" title="fig" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/fig2.jpg" alt="" width="328" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Partículas colocadas no eixo-xy</p></div>
<p>Então, aquele ponto entre as duas partículas (CM) chamaremos de Xcm(x centro de massa) por estar contido em x, se calcula como uma média ponderada:</p>
<p><strong>Xcm</strong> = (m1*x1 + m2*x2) / m1+m2</p>
<p>Entendido? Então tudo certo! Porém, se a gente quiser calcular o centro de massa de nossa TV por exemplo? Aí fica mais complicado? Talvez não! Vamos pensar da seguinte forma: Nossa TV é um objeto de 3 dimensões, logo podemos dizer que ela está contida no R^3(pronuncia-se “érre três”). E também não se trata de um objeto uniforme( de massa específica uniforme) , ou seja,  massa por unidade de volume uniforme, o que significa que a densidade da nossa suposta TV não é a mesma em todos os pontos dela!</p>
<p>Chamemos de um conjunto <strong>T</strong> a nossa TV e <strong>d(delta)</strong> uma função que representa a  densidade de T em dado ponto do R^3.</p>
<div id="attachment_77" class="wp-caption aligncenter" style="width: 573px"><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/conj4.jpg"><img class="size-full wp-image-77" title="conj" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/conj4.jpg" alt="" width="563" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Quebrando&quot; o conjunto T em vários cubinhos</p></div>
<p>Muito bem. Já que o nosso conjunto T não é uniforme, o que fizemos foi  partí-lo em muitos cubinhos, que são objetos com densidade constate. Concorda que<strong> densidade é massa/volume</strong>? Se sim, poderá observar que pegando a densidade do cubinho em um ponto Xi,j,k e multiplicando pelo seu volume ((delta x)*(delta y)*(delta z)) teremos a massa do cubinho! Ótimo! Agora, junte todos os cubinhos no conjunto T de volta, e agora teremos um conjunto mais uniforme aproximadamente e já podemos pensar em calcular o nosso centro de massa em X!</p>
<p>Voltando à ideia inicial das partículas, e tendo em mente que a massa do cubinho é d(Xi,j,k)*((delta x)*(delta y)*(delta z)), podemos achar o centro de massa de T em X:</p>
<p><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/xcmmm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-78" title="xcmmm" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/xcmmm.jpg" alt="" width="653" height="143" /></a></p>
<p>Sabe-se que a massa de T pode ser encontrada pela integral tripla da densidade. Portanto, vamos trazer o que achamos acima para integral tripla e teremos a maneira exata de calcular o centro de massa de T em x:</p>
<p><a href="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/xcm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-79" title="xcm" src="http://thiagoribeiro.com/wp-content/uploads/xcm.jpg" alt="" width="424" height="78" /></a></p>
<p>E da mesma forma, podemos encontrar o centro de massa do conjunto T(nossa TV) em Y  e em Z da mesma forma mudando apenas o X para o eixo que você deseja.</p>
<p>Muito bem, por hoje é só. Espero que todos tenham entendido e aprendido como funciona todo o processo!Qualquer equívoco, me comuniquem ok? Um abraço a todos! Até a próxima!!! <img src='http://thiagoribeiro.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>obs.: lembrando que sou apenas um estudante, e as coisas que eu posto aqui são resumos de minhas anotações e anotações de aula, sob a minha ótica de entender o assunto.</p>
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